sábado, julho 20, 2013

O Sentido - parte I



Tudo tem um sentido (neste Planeta) na vida de cada um.
Mesmo que se pense que não faz sentido tantas coisas que se vivem.
Não obstante todas elas provocadas por nós mesmos.
A pergunta mais frequente é... Nada fiz para isto acontecer!!! Porquê a mim???


De fato a nossa memoria é curta.
Assim o é também a nossa determinação.
Voltando um pouco atrás, tudo na nossa vida tem um sentido.
Nós é que teimosamente tiramos diariamente o sentido à nossa vida, o valor dela.
Quando perdemos tempo em questões com os porquês que a lado algum nos levam.
Podendo aproveitar o momento para que o que é válido nos preencha.
O válido é... E só, o encontro com o teu Eu verdadeiro.


Aquele que vive despojado da linha égoica da vaidade da prepotência e da sapiência vazia que te tem levada à desilusão, ao desamor e cada vez mais à solidão.
É urgente que a paragem seja feita.
O que há a perder?
Porque não aproveitarmos o tempo (o nosso tempo) para darmos a nós mesmos a oportunidade de nos superarmos.
Superar o medo que nos limita de ver a beleza da existência em toda a sua magnitude.


Superar o medo que nos desvia da nossa direcção, da nossa própria vida.
Superar a tendência de vivermos a vida do outro e não a nossa.
E neste vai e vem mental perdemos o nosso rumo

Embrenhamos-nos nas histórias dos porquês..
A limitação e o afastamento de nós mesmos fica presente e a oportunidade de vivermos as nossas próprias experiências perdem-se no percurso.


Como fazer para recuperar?
Nada se recupera, eu penso...
Mas tudo podemos mudar...
Mudar a nossa forma triste sem cor de estarmos na vida.
Olhar sem ser de forma maquinizada vazia para todos e tudo.
Voltarmos para o nosso centro que há tanto tempo abandonámos.
Colocarmos a aceitação que tantas vezes temos para com o outro em nós próprios.


Aceitando que tudo existe porque na individualidade...Eu existo... O eu de cada um...
Com humildade e determinação querer viver em liberdade interna.
Onde tu existes de verdade... O espaço do Divino.
Esse Divino que mesmo que não assumas, Ele existe.


Como existe diariamente a oportunidade de deixar para trás os porquês da revolta da raiva do medo do egoísmo da desarmonia da dependência do alimento alheio do certo e errado e do vitimismo e...

E aproveitar para pensar que...
Já perdemos tanto tempo encostados ao muro das lamentações..
Basta de perder mais tempo com o que não faz sentido.


E dar sentido... Um único sentido à nossa vida...
O sentido da experiência na direcção ao teu centro...


CMS

terça-feira, julho 02, 2013

Momento de Reflexão » Meandros dos Jogos de Poder I




Um jogo sem vencedor nem vencido porque é a ilusão que sai vitoriosa!

Um jogo onde as lutas que travas não te trazem louros mas espinhos!

Um jogo onde o poder é exercido por ti, sobre ti, pelo outro, sobre o outro.

Toda a tua vida foi, é pautada por esses meandros sem sentido final, pois quando lá chegas rapidamente cais no jogo de alguém. O mais impressionante é que sem nos apercebermos somos o alvo e o dardo desse jogo sem fim.
Contrariamente ao que se pensa, um jogo de poder não tem como palco apenas os grandes negócios, o mundo empresarial ou económico-social, mas do mesmo modo a tua vida diária, no teu relacionamento contigo e com o outro.

Diminuir o outro de alguma forma, quase sempre subtil, por um gesto, palavra ou acção reflecte um jogo de poder.
Falar com o outro de forma “dominadora” na mais pequena circunstância do quotidiano, traduz um jogo de poder que esconde o ciúme, a possessividade, superioridade escondida ou o controle de conhecimento sobre o outro.
Pequenas formas diárias que não são associadas ao conceito de “jogo de poder” que mais é aplicado, existem e estão à nossa frente.

Da mesma forma te digo que sempre os viveste, pelos teus pais, familiares, amigos, colegas de trabalho, chefes… e nunca os terás associado entre si, mas assim os reflectes na tua vida, nasceste num jogo de poder simples, tão básico como:
"E assim tudo começa"...
- “De quem gostas mais, do pai ou da mãe?” / “Não fazes ou não vais porque não quero e eu é que mando”.
Subjugar, exercer poder (domínio / controle) sobre alguém que por se achar que é menor (por alguma razão) em relação ao outro se permite e te permite fazê-lo. De facto, se esse alguém te responder da mesma forma e te colocar no lugar, esse jogo acaba, até lá, é perpétuo porque até sabe tão bem e é tão normal.

E vê… Porque é o outro! Mas pergunto – E se fosses tu? Aliás já o foste, talvez o sejas ainda e por certo não é aprazível.
Aqui não existe qualquer respeito pelo outro, não sejas displicente na forma como te tratas e tratas o outro.
Esse jogo é pegajoso, não é saudável à tua Alma. Limpa-o de ti mesmo e inicia-te no Amor, na Verdade e na Luz. Não sejas desleal num jogo de falsidade e mentira para ti mesmo… Não te pertence!

“Vê o que é, vê o que não é e segue em frente”

Observa, observa-te, analisa o teu trato contigo e com o outro, verás que o jogo está lá. As pequenas “lutas” de ter razão e que a sua vontade sobrecarregue as outras… É um jogo de máscaras num teatro sem final feliz porque os papéis apenas se vão invertendo de vez em quando.

Quando olhares o outro e lhe falares seja do que for, fala de dentro de ti, coloca não só a tua voz no sítio correto, mas também a tua Alma. Não te coloques onde não pertences e garantidamente não colocarás o outro.
O outro não é um objecto, uma máquina onde inseres moedas e sai o produto que escolheste. O outro é um ser, uma individualidade, uma alma que vive como tu num corpo físico.

Não faças o que te fizeram, não tragas ao presente o passado amargo, tens a oportunidade de fazer diferente e a diferença em ti e em quem está perto de ti.

Reflecte, Analisa.

Se tudo isto te faz sentido aproveita para deixares as grandes salas de poder mental.

Viver-se como Guionista da vida do outro é perdermos a oportunidade de viver a nossa própria história em Liberdade...

CMS


Momento de Reflexão » Certo Caminha o Homem / The confident walk of Man...




Certo do seu amor, da sua verdade e vontade, caminha o Homem.
Caminha para o incerto, mas não sabe,
Caminha para o sonho e quer continuar,
Caminha na ilusão mas não quer outra realidade.

Certo da sua fé, da sua devoção e caridade, caminha o Homem,
Caminha na ignorância e não quer outro conhecimento,
Caminha na vergonha de ser crente, mas mata em nome de Deus,
Caminha na falsidade de ações, onde as puras são rejeitadas.

Certo de si, da sua integridade e moralidade caminha o Homem,
Caminha fora de si, mas tem-se como Uno
Caminha em passos firmes, mas uma brisa pode derrubá-lo,
Caminha para melhor mas julga-se e julga sem moral alguma.

Certo da sua liberdade e solidão caminha o Homem,
Caminha livre do físico, mas acorrentado na Alma,
Caminha livre nas ações, mas limitado nos pequenos gestos.
Caminha comigo, contigo, com tantos, mas tão só...
Caminhe em alegrias ou tristezas, está sempre só… Consigo.

Certo esteja o Homem que tudo existe e nada existe.
Certo esteja o Homem que a sua vida pode ser UMA VERDADE… A sua Verdade!
Certo esteja o Homem que jamais estará SÓ onde quer que esteja!
Certo esteja o Homem do AMOR que o PAI MAIOR tem por cada um.
As restantes certezas… desvanecem-se ao descobri-lo dentro de si.

CMS



Certain of his love, his truth and will walks Man.
Certain of himself, of his integrity and morality walks Man.
Certain of his freedom and solitude walks Man.

Walks outside of himself, but sees himself as ONE, Walks free physically, but his soul is in chains,
Walks to the uncertain, but he doesn’t know,
Walks to the dream and wants to go on,
Walks in illusion but doesn’t want another reality. 

Certain of his faith, of his devotion and charity walks Man.
Walks in ignorance, but doesn’t want another knowledge,
Walks in the shame of being a believer, but kills in the name of God,
Walks in the untruthfulness of his actions, where the pure ones are rejected. 

Walks in steady steps, but a breeze can knock him down,
Walks for the better, but judges himself and others without moral. 
Walks free in his actions, but limited in small gestures,
Walks with me, with you, with so many, but so alone,
Weather he walks in joy or in sadness, he is always alone… with himself.

Certain be the Man that all exists and nothing exists.
Certain be the Man that his life maybe A TRUTH… his Truth!
Certain be the Man that he will never be ALONE wherever he is!
Certain be the Man of the LOVE our FATHER IN HEAVEN has for each of us.
The remaining certainties… Disappear when he discovers himself inside.

CMS